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sábado, 18 de maio de 2013

Ser ou não ser, eis a questão!

Noivinhas e Noivinhos,

Já diziam por aí, "to be or not to be", tha's the question"... e não é que a questão pode ser mais complexa se aplicarmos a frase de Shakespeare na vida prática.

Pois é, quando nossas mães e avós se casaram com seus respectivos, pelo Código de Civil de 1916, somente as mulheres tinham a opção de adotar o sobrenome (apelido) do marido..

Ocorre que com o advento do Código Civil em 2002, essa opção passou a ser de ambos os nubentes, ou seja, tanto a esposa pode acrescer os sobrenome do marido, quanto o marido pode acrescer o sobrenome da esposa.

Eu sempre pensei no sentido de que adotaria o sobrenome do noivo e viveríamos felizes para sempre, por uma questão mais tradicional (nada a ver com machismo, hein).

Só que os transtornos advindos dessa mudança serão inúmeros, Já pensaram em quantos documentos precisarei atualizar? (SOCORRO) Precisamos pensar na burocracia e nos custos disso....

Pois é, o que eu não ligava, comecei a refletir se vale ter esse trabalho todo.

Mas, ao mesmo tempo, aquela sensação de esposa de verdade parece vir acompanhada do nome dele, dá uma segurança, fora que ele se sentiria muito feliz em compartilhar comigo.

Sim, sou a  Noivinha Doida e não restam dúvidas quanto a isso! Estou cheia de interrogações ao redor da cabeça...rs

(Fonte: Google Imagens)

Quanto à crise de identidade, acho que eu não teria, não sou muito apegada a esses sentimentos, uma vez que eu jamais tiraria meu sobrenome.

Entre o ser e o não ser, só sei que eu sou Iuriê, uma noiva apaixonada e feliz que precisa tomar decisões que não havia pensado direito...rsrsrs

E vocês, o que vão fazer? Acham que vale a pena acrescentar o sobrenome do amado?

Beijinhos e até o próximo post!